Quando as brigas resolvem as coisas;
Quando os olhos se falam;
Quando as conversas acalmam os ânimos;
Quando as bocas viram corpos;
Quando os corações batem no mesmo compasso;
Quando os dias passam como anos e
Quando a vida é melhor tendo essa pessoa ao seu lado;
É por que o amor chegou.
E pra mim chegou, pra valer, fortão...
Zé, não me canso de agradecer pela presença em minha vida.
Obrigada por ser meu, amigo, marido, companheiro, confidente, parceiro. Obrigada por ser meu amor, obrigada por me olhar nos olhos...
2 anos de confusões, de crises, de paciência e da falta dela, mas acima de tudo 2 anos de amor e cumplicidade.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
MOVIMENTO

O mundo está em movimento. E como já dizia Rosa Luxemburgo: “Quem não se movimenta não sente as cadeias que o prendem”.
Por quê uma pessoa que podia estar por aí correndo, gritando, sentindo o vento no rosto, no corpo, na alma, teima em se esconder do mundo? Ficar em casa? Não ir pra festa? Ir e não ficar nela? Não aproveitar as amizades? A música? A dança? O Povo? A juventude? Porque uma pessoa jovem - é jovem de verdade, com mais muitos anos pela frente - insiste em agir como um velho, bem velhinho, daquele que o tempo não o ajuda mais a se movimentar? Porque uma pessoa livre, liberta e solta, teima em achar que tem alguma coisa que o prende, sufoca, petrifica?
Não consigo agüentar por muito tempo tanta falta de vontade de viver. Enfim, respeito, mas não sei se agüento não...
Eu sou livre, faço questão de me movimentar, andar, correr, saltar, gargalhar, sorrir, beber, chorar, falar, brigar, comer, sofrer, viver... (Adoro verbos! Adoooroooo)
Nada melhor que ser livre para receber um - Bom dia - do mundo com os cabelos sendo acariciados por um vento manso e gostoso que parece te dizer: Oi, você esta vivo, você precisa reagir, vai em frente, o mundo é seu!
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Bom
É bom dormir com o amado;
É bom acordar com um abraço;
É bom almoçar depois de um amasso;
É bom tê-lo ao meu lado;
É bom viver!
É bom ser amado!
É bom...
É bom acordar com um abraço;
É bom almoçar depois de um amasso;
É bom tê-lo ao meu lado;
É bom viver!
É bom ser amado!
É bom...
domingo, 9 de setembro de 2007
NA SECA, SEM AMIGDALAS!
Há um ano sem amígdalas a vida é bastante dura!
Até então só pensava que as amígdalas serviam para proteção da garganta, ajudar na imunidade, porque são partes importantes do sistema de defesa do corpo humano, e que era um termômetro para paixões. O quê? Termômetro do quê? Aí, aí, só me faltava essa...
Mas não são essas amigdalas da garganta meu povo, são as amigdalas do cérebro. Aqui temos um resumo, mas posso falar disso em outro post - Amígdala ou corpo amigdalóide constitui uma massa esferóide de substância cinzenta de cerca de dois centímetros de diâmetro situada no pólo temporal do hemisfério cerebral, em relação com a cauda do núcleo caudado. Esta região do cérebro faz parte do sistema límbico e é um importante centro regulador do comportamento sexual e da agressividade. Este conjunto nuclear é também importante para os conteúdos emocionais das nossas memórias. A ablação bilateral da amigdala origina o Síndrome de Kluver-Bucy, caracterizado pela ausência de respostas agressivas, pela cortesia exagerada, oralidade e pela hipersexualidade.-
Hoje tenho certeza que elas servem pra muito mais coisas, por exemplo, na minha vida, serviam pra me incomodar sempre, sempre e para ajudar a umidificar a minha garganta...
Atualmente o que me incomoda são as amigdalas, que ainda tenho, as localizadas na garganta. Alias, no caso da minha, não mais! É certo que já incomodaram muito, mas minha gente, o que deixou impressionada é que nunca tinha passado um período de seca, como a de Brasília – que se compara ao deserto -, onde a umidade do ar chega a 15 ºC (graus centígrados), sem as minhas “nem tão queridas” amígdalas. É sinistro, você sente uma sensação de abandono, passa a madrugada inteira bebendo água, tosse sem parar, fica com um pigarro como se tivesse fumado um maço de cigarros e parece estar à beira da morte, juro, morte, é isso ou quase... Falta de ar e secura absurdaaaaaaaaaaaa!!!
Dizem que quando se tira às pobrezinhas com menor idade, a pessoa fica mais acostumada a passar pelo período de seca, mas quando a criatura passou 25 anos da sua vida tendo as amígdalas como o órgão de sustentação para a seca e umidificante da sua linda garganta ai já é mais difícil...
Ouçam bem todos e todas as pessoas “idosas”- maiores de 15 anos - que pensam em tirar as suas amadas amígdalas e que moram em Brasília, vocês vão sofrer! Acreditem nisso!!!
Encerro esse post junto a uma garrafa com água na mão e uma garganta seca pra danar, esperando uma dose do néctar dos Deus - AGUA, QUE PRECISA SER PRESERVADA!!!
Até então só pensava que as amígdalas serviam para proteção da garganta, ajudar na imunidade, porque são partes importantes do sistema de defesa do corpo humano, e que era um termômetro para paixões. O quê? Termômetro do quê? Aí, aí, só me faltava essa...
Mas não são essas amigdalas da garganta meu povo, são as amigdalas do cérebro. Aqui temos um resumo, mas posso falar disso em outro post - Amígdala ou corpo amigdalóide constitui uma massa esferóide de substância cinzenta de cerca de dois centímetros de diâmetro situada no pólo temporal do hemisfério cerebral, em relação com a cauda do núcleo caudado. Esta região do cérebro faz parte do sistema límbico e é um importante centro regulador do comportamento sexual e da agressividade. Este conjunto nuclear é também importante para os conteúdos emocionais das nossas memórias. A ablação bilateral da amigdala origina o Síndrome de Kluver-Bucy, caracterizado pela ausência de respostas agressivas, pela cortesia exagerada, oralidade e pela hipersexualidade.-
Hoje tenho certeza que elas servem pra muito mais coisas, por exemplo, na minha vida, serviam pra me incomodar sempre, sempre e para ajudar a umidificar a minha garganta...
Atualmente o que me incomoda são as amigdalas, que ainda tenho, as localizadas na garganta. Alias, no caso da minha, não mais! É certo que já incomodaram muito, mas minha gente, o que deixou impressionada é que nunca tinha passado um período de seca, como a de Brasília – que se compara ao deserto -, onde a umidade do ar chega a 15 ºC (graus centígrados), sem as minhas “nem tão queridas” amígdalas. É sinistro, você sente uma sensação de abandono, passa a madrugada inteira bebendo água, tosse sem parar, fica com um pigarro como se tivesse fumado um maço de cigarros e parece estar à beira da morte, juro, morte, é isso ou quase... Falta de ar e secura absurdaaaaaaaaaaaa!!!
Dizem que quando se tira às pobrezinhas com menor idade, a pessoa fica mais acostumada a passar pelo período de seca, mas quando a criatura passou 25 anos da sua vida tendo as amígdalas como o órgão de sustentação para a seca e umidificante da sua linda garganta ai já é mais difícil...
Ouçam bem todos e todas as pessoas “idosas”- maiores de 15 anos - que pensam em tirar as suas amadas amígdalas e que moram em Brasília, vocês vão sofrer! Acreditem nisso!!!
Encerro esse post junto a uma garrafa com água na mão e uma garganta seca pra danar, esperando uma dose do néctar dos Deus - AGUA, QUE PRECISA SER PRESERVADA!!!
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Os dias

Tem dias que as horas não passam e tem horas que os minutos se arrastam...
Meus dias tem sido assim, momento de pura correria, mas improdutíveis, por isso, a sensação de continuidade nos momentos, enfim, esta faltando algo, algo que me impulsione novamente...
Esta faltando ar, fôlego, peito, raça, esta faltando vontade de fazer da vida boa uma vida ainda melhor.
Tem dias em que as horas deveriam passar como segundos, de fato, existem dias e dias...
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Labutar é preciso menina...
Já dizia o nosso saudoso Gonzaguinha: "Labutar é preciso menina, lutar é preciso..."
Mas e quando o trabalho já não é luta, quando nele estão pessoas pouco preocupadas com a luta real, diária e árdua?
Quando nele as pessoas só pensam em si e no seu dinheiro e ainda fingem se preocupar com os outros. Será? Tenho minhas dúvidas. Com essa cabeça atrasada, preconceituosa e individualista, é, realmente tenho muiitas dúvidas!
Povo, a luta se faz todos os dias, e sem dúvida a burocracia faz parte da luta, mas viver e morrer na burocracia é pouco, muito pouco. Dá nojo...
Mas e quando o trabalho já não é luta, quando nele estão pessoas pouco preocupadas com a luta real, diária e árdua?
Quando nele as pessoas só pensam em si e no seu dinheiro e ainda fingem se preocupar com os outros. Será? Tenho minhas dúvidas. Com essa cabeça atrasada, preconceituosa e individualista, é, realmente tenho muiitas dúvidas!
Povo, a luta se faz todos os dias, e sem dúvida a burocracia faz parte da luta, mas viver e morrer na burocracia é pouco, muito pouco. Dá nojo...
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Quem ama cuida ou quem cuida ama?!
Será que quem ama cuida? Acho que não. Tenho pensado nisso e acho que é um tanto preconceituoso dizer que quem ama cuida. Cuida quem tem vontade de cuidar, quem tem condições, quem tem estrutura, quem tem capacidade e quem tem amor. Tudo bem...
Mas tem um monte de gente que não cuida mas ama. E dai? Quem foi que disse mesmo que quem ama cuida? Eu, acho que fui eu. Em algum momento disse isso sim, mas hoje penso e repenso e vejo que quem cuida ama (porque penso que isso se torna quase inevitável), mas o contrario nem sempre é verdade não...
Mas tem um monte de gente que não cuida mas ama. E dai? Quem foi que disse mesmo que quem ama cuida? Eu, acho que fui eu. Em algum momento disse isso sim, mas hoje penso e repenso e vejo que quem cuida ama (porque penso que isso se torna quase inevitável), mas o contrario nem sempre é verdade não...
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
A HORA DA PARTIDA

Engraçado como as coisas são...
Pessoas entram e saem das nossas vidas a todo o momento. Na padaria, quando aquele senhor bem simpático e educado te diz um bom dia, no transito quando aquela mulher bem apressada passa na sua frente e acena dizendo: perdão! Na escola do seu filho quando vem uma criança com um sorriso no rosto e fala: deixa eu ir pra sua casa hoje. No trabalho, no banco, na praça, no mercado, no meio da rua, enfim, a toda hora tem alguém que chega e outras que partem.
Mas tem pessoas que chegam pra ficar, dessas pessoas espaçosas, pessoas que te envolvem por inteiro - Eu adoro pessoas espaçosas! Uma vez li num blog, alguém dizendo assim: “Eu gosto de gente grande, gente larga, gente espaçosa, (...) gente com varanda, cobertura, pátio e vista, (...) gente em que a gente pode se hospedar, pode morar, pode deitar e rolar, gente onde há vagas...” Fechei com esse texto! Gosto de gente beeem espaçosa, daquelas que até deitamos dentro delas.
Descobri uma família assim, a família Padilha Fonseca, uma família que aos poucos está se tornando a minha família. Essa família é cheia de gente grande, larga e espaçosa, na forma mais gostosa de se “ver” esses adjetivos, eles são ótimos, são daqueles que entram em você inteiro – não só no coração, eles ocupam um lugar em todo o seu corpo... É bom demais se sentir cheia deles. Adoooro!
Mas tem uma coisa, uma coisa que tem me deixado triste, intrigada, indignada, com vontade de chorar sempre, sempre... Alguns membros dessa família insistem em sair de fininho, querendo nos deixar magrinhos, sobrando espaço dentro de nós... Mesmo que o espaço não seja preenchido logo eles acabam nos deixando mais “murchos”! Primeiro foi a Lia, dizendo que ia passar 6 meses, resolveu passar mais 6 meses e ainda querendo ficar mais 6... Depois a Cacá, que nos abandonou, numa fase que pra mim, ela estava sendo essencialmente importante (tenho os meus motivos) - foi encontrar a Lia - e logo depois, bem logo mesmo, lá se foi o Antonio, deixando ainda um estrago maior – porque o período será muito maior. Sinceramente, tenho me sentido mal em não poder estar como antigamente, sentada a mesa (timidamente) olhando para aquelas “375” pessoas. Ai, ai, a casona está um pouco mais sem graça sem vocês...
Meninos, espero que vocês cresçam muito, muito mesmo. Antonio, você esta cumprindo um papel que não é pra qualquer um! Vai nessa! Se cuida! Divirtam-se, vivam a vida, estudem, namorem (Caca, não! hehehe), mas voltem, logo de preferência, porque a hora da partida é sempre muiito triste! Pra todos nós.
Um beijo com amor,
Ah, gostaria de fazer agradecimentos especiais: A Olívia, que tem se virado em mil pra tentar diminuir a falta dos outros meninos – Linda demais!
A Bia, que com todo esse amor, esse sorriso no rosto e brilho no olhar, tem nos feito ter vontade de estarmos juntos, e cada dia mais.
Ao Rubem, que é um exemplo de patriarca, presente, firme, mais sempre com uma palavra de carinho e gestos que quase dizem: estou aqui, conte comigo, sempre...
Ao Zé, que faz questão de ter essa família maravilhosa ao lado dele, pois é isso que o faz forte!
E a todos que acompanham dioturnamente a nossa vida, maluca, mais cheia de amor...
Foto: Por do Sol na fazenda Pedra Grande, um lugar que lembra todos voces...
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Alguém especial

Por que uma pessoa se torna especial na sua vida:
Por que te conquista, te faz bem, te acalma, é seu companheiro, parceiro, amigo, em todos os momentos...
Por que faz questão de te ver bem, constrói a vida com você, te ajuda, te liberta...
Por que quer o seu melhor, e por isso briga com você, grita, perde a paciência, a calma, as estribeiras...
Por que já começa o dia dizendo: temos que construir “coisas” juntos, porque o nosso futuro depende do presente e nesse presente nós somos parceiros...
Por que o “eu te amo” eh tão verdadeiro que os olhos se enchem d’água...
Enfim, porque vocês se amam e por esse motivo decidiram tocar a vida, juntos!
Zé, parabéns! Amo demais...
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Pés

Andam, correm, pisam e param!
Pés, que tantas vezes foram capazes de me fazer alcançar coisas inatingíveis hoje “calam”, ficam aqui imóveis, em alerta, esperando o novo dia, o dia em que poderão com toda voracidade voltar a galgar grandes coisas...
A impotência humana esta relacionada ao perceber.
Perceber a falta de...
Eu os tenho, mas percebo que não tenho por inteiro. Tenho como um adereço, sem funcionalidade, e a falta que eles me fazem é grande demais! Me sinto impotentente e sinto falta, uma falta enorme, uma falta inenarrável. Lembro-me de todos os momentos que eles me foram úteis, de todos os momentos que eles me fizeram felizes...
“ Momentos que são meus e que não abro mão...”
Pés, pequenos grandes pés, conto com vocês, pra muitas outras horas de caminhada nessa longa jornada que é a vida, louca vida...
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