Uma manobra ousada tentou impedir o ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, de julgar a impugnação de Joaquim Roriz (PSC), candidato ao governo do DF. Procurado pela defesa de Roriz, o escritório de advocacia do genro de Ayres Britto, Adriano Borges, e de sua filha, Adrielle Britto, se recusou a atuar no caso. Ainda assim, a defesa de Roriz incluiu o nome deles, sem autorização, em uma petição. Na prática, isso obrigaria o ministro a se declarar impedido.Nomes excluídos
Assim que souberam que seus nomes foram usados sem autorização, Adriano Borges e Adrielle Brito requereram a imediata exclusão.
Convite recusado
Adriano Borges conta que recebeu a defesa de Roriz apenas para ser gentil com o colega, mas o convite de atuar no caso foi prontamente repelido.
Estranha atitude
O genro do ministro Ayres Britto achou mesmo “muito estranho” que a defesa de Roriz tenha incluído os nomes deles na petição.
Ficha Limpa, já
A manobra de impedir o ministro de julgar decorre do fato de ele já haver sinalizado ser favorável à vigência imediata da Lei Ficha Limpa.
MP desconfia de mudanças no governo do DF
Chamou a atenção do Ministério Público Eleitoral a demissão da cúpula da Secretaria de Transportes do DF, incluindo a do endinheirado DER, que tocam obras iniciadas por José Roberto Arruda, estimadas em mais de R$ 300 milhões. A decisão abriu caminho para nomear indicados de Joaquim Roriz (PSC), o candidato a governador que, atrás nas pesquisas, tem enfrentado dificuldades para arrecadar doações.
Batom na cueca
Com a mudança na área de Transportes do DF, o atual governador Rogério Rosso oficializa seu ingresso na campanha de Joaquim Roriz.
Um apaixonado
Rogério Rosso prometeu manter-se isento de paixões eleitorais, agindo como juiz. Vai ver que é daqueles juízes que toleram gols de mão.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Furo de reportagem: O diálogo entre Serra e seu marqueteiro
Este blogue acaba de receber uma transcrição do diálogo entre o ex-candidato à presidência José Serra (que agora ataca blogues porque decidiu abrir o seu – leia mais abaixo) e o seu marqueteiro.
O informante deste blogueiro disse que a conversa aconteceu na ante-sala do debate de ontem à noite, por isso o ex-candidato estava tão transtornado.
Leia com atenção:
Serra: Você espalhou que a Dona Marisa não fala e não faz nada?
Marqueteiro: – Sim governador, mas o povo já percebeu que a Dona Mônica também não fala e não faz nada também.
Serra: – Então temos que levá-la ao palanque para ela se mostrar…
Marqueteiro: – Já fizemos isso, mas ela meteu a boca no Bolsa-Família, disse que o povo não quer mais trabalhar por causa disso.
Serra: – Mas eu estou dizendo nos meus programas que vou dobrar o valor do Bolsa-Família!
Marqueteiro: – Não se preocupe, já tiramos ela do esquema. Só vamos mostrar a foto dela.
Serra: – Espalhem também que o Lula só vivia do sindicato e não trabalhava.
Marqueteiro: – Fizemos isso, mas notaram que o senhor também nunca trabalhou, e que acorda sempre tarde.
Serra: – Diga que ele é analfabeto, porra!
Marqueteiro: – Mas é preciso ter cuidado com isso, porque o seu curso de economia no Chile tá meio estranho. Muitos blogs estão pesquisando o caso.
Serra: – O pior é que já sabem que eu não sou engenheiro, como andei dizendo por aí.
Marqueteiro: – Ah… mas isso o povo esquece.
Serra: – Já falou que eu é que criei o seguro desemprego para os trabalhadores?
Marqueteiro: – Mas isso não é verdade, governador. Como o senhor vive meio desligado, não notou que já havia sido aprovado pela câmara, sancionado pelo então presidente Sarney.
Serra: – Não importa, manda bala assim mesmo. As pessoas vão acreditar em mim. E insista nos genéricos, no Plano Real…
Marqueteiro: Excelência! Os genéricos foram idéia do Adib Jatene, o Real foi da equipe do Itamar, lembra que o FHC era o ministro?
Serra: – Não fale nesse cara de jeito nenhum. Ele espanta votos. Chamou os brasileiros de vagabundos, neo-bobos e caipiras.
Marqueteiro:- Essa do FHC foi terrível, me deixa fora dessa!
Serra: – Faz o seguinte, fale de minha larga experiência.
Marqueteiro: – Se eu for falar nisso, vão lembrar que o senhor nunca completou qualquer mandato para os quais foi eleito.
Serra: – Como assim?
Marqueteiro: – O de deputado constituinte o senhor largou no final. Como senador, com mandato de oito anos, O SENHOR FICOU SÓ SEIS MESES. Como prefeito e governador só cumpriu a metade…
Serra: – E sobre as estradas?
Marqueteiro: – F I C O U L O U C O???!!!
Serra: – Pô… tá difícil, se eu falar das estradas vão pensar nos PEDÁGIOS, do metrô vão saber que só fizemos 4Km e tem aquele francês da Alstom que soltou propina pra meio mundo em SP… e nós só fizemos 1/3 (um terço) do rodoanel… em 16 anos…
Marqueteiro: – Vamos combinar o seguinte, VAMOS FALAR SÓ DA TERRORISTA, DO MEDO DE COMUNISTA E MOSTRAR VOCÊ SEMPRE SORRINDO. Falado?
Serra:- … E do papai que era um humilde comerciante da Mooca. Mas não vá dizer que ele tinha banca no Mercadão, tá?…
O informante deste blogueiro disse que a conversa aconteceu na ante-sala do debate de ontem à noite, por isso o ex-candidato estava tão transtornado.
Leia com atenção:
Serra: Você espalhou que a Dona Marisa não fala e não faz nada?
Marqueteiro: – Sim governador, mas o povo já percebeu que a Dona Mônica também não fala e não faz nada também.
Serra: – Então temos que levá-la ao palanque para ela se mostrar…
Marqueteiro: – Já fizemos isso, mas ela meteu a boca no Bolsa-Família, disse que o povo não quer mais trabalhar por causa disso.
Serra: – Mas eu estou dizendo nos meus programas que vou dobrar o valor do Bolsa-Família!
Marqueteiro: – Não se preocupe, já tiramos ela do esquema. Só vamos mostrar a foto dela.
Serra: – Espalhem também que o Lula só vivia do sindicato e não trabalhava.
Marqueteiro: – Fizemos isso, mas notaram que o senhor também nunca trabalhou, e que acorda sempre tarde.
Serra: – Diga que ele é analfabeto, porra!
Marqueteiro: – Mas é preciso ter cuidado com isso, porque o seu curso de economia no Chile tá meio estranho. Muitos blogs estão pesquisando o caso.
Serra: – O pior é que já sabem que eu não sou engenheiro, como andei dizendo por aí.
Marqueteiro: – Ah… mas isso o povo esquece.
Serra: – Já falou que eu é que criei o seguro desemprego para os trabalhadores?
Marqueteiro: – Mas isso não é verdade, governador. Como o senhor vive meio desligado, não notou que já havia sido aprovado pela câmara, sancionado pelo então presidente Sarney.
Serra: – Não importa, manda bala assim mesmo. As pessoas vão acreditar em mim. E insista nos genéricos, no Plano Real…
Marqueteiro: Excelência! Os genéricos foram idéia do Adib Jatene, o Real foi da equipe do Itamar, lembra que o FHC era o ministro?
Serra: – Não fale nesse cara de jeito nenhum. Ele espanta votos. Chamou os brasileiros de vagabundos, neo-bobos e caipiras.
Marqueteiro:- Essa do FHC foi terrível, me deixa fora dessa!
Serra: – Faz o seguinte, fale de minha larga experiência.
Marqueteiro: – Se eu for falar nisso, vão lembrar que o senhor nunca completou qualquer mandato para os quais foi eleito.
Serra: – Como assim?
Marqueteiro: – O de deputado constituinte o senhor largou no final. Como senador, com mandato de oito anos, O SENHOR FICOU SÓ SEIS MESES. Como prefeito e governador só cumpriu a metade…
Serra: – E sobre as estradas?
Marqueteiro: – F I C O U L O U C O???!!!
Serra: – Pô… tá difícil, se eu falar das estradas vão pensar nos PEDÁGIOS, do metrô vão saber que só fizemos 4Km e tem aquele francês da Alstom que soltou propina pra meio mundo em SP… e nós só fizemos 1/3 (um terço) do rodoanel… em 16 anos…
Marqueteiro: – Vamos combinar o seguinte, VAMOS FALAR SÓ DA TERRORISTA, DO MEDO DE COMUNISTA E MOSTRAR VOCÊ SEMPRE SORRINDO. Falado?
Serra:- … E do papai que era um humilde comerciante da Mooca. Mas não vá dizer que ele tinha banca no Mercadão, tá?…
Empresário “da propina” desmente a Veja
O empresário Fábio Baracat enviou nota de esclarecimento publicada no blog Amigos do Presidente Lula, na qual repudia a matéria da Veja, nega ter sido funcionário ou representante da empresa citada pela revista e diz ter sido “personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participa”.
Veja a íntegra da nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.
Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.
Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.
Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.
Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.
Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.
Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.
Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.
Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.
São Paulo,11 de setembro de 2010..
Fabio Baracat
E agora? A fonte da Veja diz que não é fonte. Então, a matéria brotou do nada? A #Vejaésuja tem o direito de se explicar. Nós, a quem ela chama de “blogs sujos” queremos que ela fique “limpinha”, so para não ser nossa colega.
Fonte: www.tijolaco.com.br
Veja a íntegra da nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.
Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.
Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.
Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.
Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.
Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.
Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.
Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.
Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.
São Paulo,11 de setembro de 2010..
Fabio Baracat
E agora? A fonte da Veja diz que não é fonte. Então, a matéria brotou do nada? A #Vejaésuja tem o direito de se explicar. Nós, a quem ela chama de “blogs sujos” queremos que ela fique “limpinha”, so para não ser nossa colega.
Fonte: www.tijolaco.com.br
sábado, 11 de setembro de 2010
Será o fim do horRoriz?
Pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (10) pela Rede Globo, revelou diferença de 11 pontos percentuais entre os candidatos ao GDF, Agnelo Queiroz (PT) e Joaquim Roriz (PSC). Agnelo aparece com 44% das intenções de voto e Roriz com 33%. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais. Toninho do PSOL teve 3% das intenções de votos. Rodrigo Dantas (PSTU), Eduardo Brandão (PV) e Newton Lins (PSL) tiveram 1% cada.
Brancos e nulos são 7% e indecisos, 11%. A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 8 e 9 de setembro, com com 878 eleitores, e tem registro no TRE com número 29895/2010.
O instituto fez cenários também para o Senado. Cristovam Buarque (PDT) lidera com 50% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece Rodrigo Rollemberg (PSB), com 40%. A tucana Maria de Lourdes Abadia tem 24% da preferência e o democrata Alberto Fraga aparece com 16%.
Chico Santana (PSOL) e Pastor Milton (PTN) alcançaram 2% das intenções de votos. Gerônimo, Moacir Bueno (PV), Robson e Cadu Valadares (PV) tiveram 1% cada. Brancos e nulos foram 4% e indecisos, 58%.
Brancos e nulos são 7% e indecisos, 11%. A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 8 e 9 de setembro, com com 878 eleitores, e tem registro no TRE com número 29895/2010.
O instituto fez cenários também para o Senado. Cristovam Buarque (PDT) lidera com 50% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece Rodrigo Rollemberg (PSB), com 40%. A tucana Maria de Lourdes Abadia tem 24% da preferência e o democrata Alberto Fraga aparece com 16%.
Chico Santana (PSOL) e Pastor Milton (PTN) alcançaram 2% das intenções de votos. Gerônimo, Moacir Bueno (PV), Robson e Cadu Valadares (PV) tiveram 1% cada. Brancos e nulos foram 4% e indecisos, 58%.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Vídeo CONFIRMA a farsa TUCANA!
Toma S(erra) mente tanto que acaba se ferrando publicamente! Olhem esse vídeo!
domingo, 5 de setembro de 2010
Manchete da Folha contra Dilma vira motivo de piada no Twitter
Em sua busca desesperada para tentar derrubar a candidatura de Dilma Rousseff, a Folha acabou dando um tiro no pé. Faz tempo que a Folha de S. Paulo menospreza a inteligência de seus leitores, mas ao estampar na sua edição deste domingo (5) uma manchete atacando Dilma a partir de uma acusação sem pé nem cabeça, provocou a "ira", ou melhor, o humor de milhares de internautas que ocuparam o twitter para ironizar o jornal e lançar "apostas" bem humoradas sobre qual será a próxima manchete da Folha.
As hachtag #DilmaFactsbyFolha foi usada pelos twitteiros para "sugerir" à Folha algumas manchetes. A brincadeira alcançou rapidamente os Trending Topics (TTs) do Twitter entre os assuntos mais comentados do mundo. Como é próprio dos jovens internautas, o humor dominou a brincadeira. Mas por trás do tom bem humorado, está uma crítica ao jornalismo irresponsável e partidarizado praticado por jornais como a Folha de S. Paulo.
Na matéria requentada com o claro propósito de atacar a adversária de Serra, a Folha manipula informações para dar a entender que Dilma teria sido responsável por um prejuízo de R$ 1 bilhão nas despesas do governo com energia por supostamente ter demorado para mudar uma lei criada no último ano do governo Fernando Henrique. A campanha de Dilma respondeu à Folha ( leia aqui ) e mostrou que desde 2003 o Ministério de Minas e Energia agiu em consonância com o TCU para corrigir o problema criado pela gestão tucana de FHC.
No Twitter, a "acusação" da Folha, de tão descabida e parcial, virou motivo de piada. Veja abaixo algumas outras "acusações" que os internautas sugerem que a Folha investigue.
Da redação, Cláudio Gonzalez
As hachtag #DilmaFactsbyFolha foi usada pelos twitteiros para "sugerir" à Folha algumas manchetes. A brincadeira alcançou rapidamente os Trending Topics (TTs) do Twitter entre os assuntos mais comentados do mundo. Como é próprio dos jovens internautas, o humor dominou a brincadeira. Mas por trás do tom bem humorado, está uma crítica ao jornalismo irresponsável e partidarizado praticado por jornais como a Folha de S. Paulo.
Na matéria requentada com o claro propósito de atacar a adversária de Serra, a Folha manipula informações para dar a entender que Dilma teria sido responsável por um prejuízo de R$ 1 bilhão nas despesas do governo com energia por supostamente ter demorado para mudar uma lei criada no último ano do governo Fernando Henrique. A campanha de Dilma respondeu à Folha ( leia aqui ) e mostrou que desde 2003 o Ministério de Minas e Energia agiu em consonância com o TCU para corrigir o problema criado pela gestão tucana de FHC.
No Twitter, a "acusação" da Folha, de tão descabida e parcial, virou motivo de piada. Veja abaixo algumas outras "acusações" que os internautas sugerem que a Folha investigue.
Da redação, Cláudio Gonzalez
sábado, 4 de setembro de 2010
Nota de esclarecimento - Ministro Padilha
Nota à imprensa
Em vista da matéria "Campanha nas Asas do Planalto", publicada na edição do jornal "O Globo" deste domingo (5 de setembro), a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirma que, a apesar de insinuar, a reportagem não aponta nenhuma irregularidade ou descumprimento da legislação ou das recomendações da Advocacia Geral da União por parte do ministro Alexandre Padilha ou de nenhum de seus assessores. Além disso, a participação da SRI nas agendas institucionais citadas em estados e municípios reafirma o caráter republicano e não-discriminatório deste governo, como evidencia o envolvimento de prefeituras e governos estaduais de partidos da oposição - aspecto omitido na reportagem.
Tendo em vista dados equivocados apresentados na matéria, a despeito das informações corretas terem sido previamente repassadas à reportagem, a SRI esclarece que:
1. A comparação de valores de gastos com diárias entre 2009 e 2010 não considera o reajuste na tabela de diárias dos servidores federais concedido em julho de 2009.
2. A comparação entre os valores de diárias recebidas pelo ministro Alexandre Padilha no período de janeiro a julho de 2009 contra o mesmo período de 2010 não leva em conta o fato de que, nesses dois intervalos, o mesmo ocupava cargos diferentes. Em 2009, ele era Subchefe de Assuntos Federativos, logo tinha atribuições mais restritas que as atuais. Ao assumir, no fim de setembro de 2009, o posto de ministro-chefe da SRI, passou a acumular, além do relacionamento federativo, a responsabilidade pela relação com o Congresso Nacional e com os conselheiros do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDES). Além disso, o valor individual da diária paga a um subchefe é inferior ao pago a um ministro de Estado.
3. A comparação entre os valores de diárias recebidas pelo Subchefe de Assuntos Federativos, Olavo Noleto, no período de janeiro a julho de 2009 contra o mesmo período de 2010 não leva em conta o fato de que, nesses dois intervalos, o mesmo ocupava cargos diferentes. Em 2009, Olavo Noleto era Subchefe-adjunto de Assuntos Federativos, com demandas de representação menos frequentes que as atuais. Além disso, o valor individual da diária paga a um subchefe-adjunto (DAS 5) é inferior ao pago a um subchefe (Cargo de Natureza Especial).
4. Em relação aos valores de diárias recebidos pelo Assessor-chefe da SRI, Mozart Sales, a comparação é feita com períodos de tempo distintos - apenas três meses em 2009, contra sete meses em 2010. Além disso, o servidor foi nomeado como assessor-chefe (DAS 6) em janeiro de 2010, tendo, portanto, valor individual de diárias superior ao de chefe-de-gabinete (DAS 5), cargo que ocupou desde seu ingresso na secretaria, em outubro de 2009.
5. O quadro-resumo de datas apresentado na capa do jornal induz o leitor a uma interpretação equivocada, que deve ser retificada nos seguintes pontos, conforme previamente informado à reportagem:
a) A agenda oficial - reuniões do CDES e visitas às obras do PAC no Rio de Janeiro - ocorreu nos dias 22 e 23. A presença do ministro no Rio de Janeiro no dia 24 não gerou pagamento de diárias e nenhuma outra espécie de gasto público. O texto da matéria a que a chamada faz referência contradiz a informação da capa.
b) A agenda oficial do ministro não durou de 19 a 24, pois nos dias 21 e 22 ele estava em São Paulo, sua residência permanente, sem compromissos oficiais e, consequentemente, sem receber diárias.
c) O ministro não cumpriu agenda oficial em Recife no dia 27. Naquele dia, seu único compromisso institucional foi realizado em Salvador, de onde deslocou-se para Recife, conforme esclarece a própria reportagem, sem uso de recursos públicos.
6. A comparação entre o número de servidores da SRI no começo do governo Lula e o momento atual é improcedente, pois o ministério inexistia em 2003. A SRI só foi criada em 2005, a partir da junção do então Ministério da Coordenação Política com o ministério responsável pelo CDES.
Por fim, a SRI não admite qualquer tipo de cerceamento ao direito constitucional de livre manifestação política de qualquer servidor público, na sua condição de cidadão, sem prejuízo a sua missão institucional e cumprindo rigorosamente a legislação.
Reitera ainda que o exercício de sua missão institucional, de articulação com o Congresso Nacional e os entes federados e de promoção do diálogo social por meio do CDES, não será interrompido em função do calendário eleitoral.
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Em vista da matéria "Campanha nas Asas do Planalto", publicada na edição do jornal "O Globo" deste domingo (5 de setembro), a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirma que, a apesar de insinuar, a reportagem não aponta nenhuma irregularidade ou descumprimento da legislação ou das recomendações da Advocacia Geral da União por parte do ministro Alexandre Padilha ou de nenhum de seus assessores. Além disso, a participação da SRI nas agendas institucionais citadas em estados e municípios reafirma o caráter republicano e não-discriminatório deste governo, como evidencia o envolvimento de prefeituras e governos estaduais de partidos da oposição - aspecto omitido na reportagem.
Tendo em vista dados equivocados apresentados na matéria, a despeito das informações corretas terem sido previamente repassadas à reportagem, a SRI esclarece que:
1. A comparação de valores de gastos com diárias entre 2009 e 2010 não considera o reajuste na tabela de diárias dos servidores federais concedido em julho de 2009.
2. A comparação entre os valores de diárias recebidas pelo ministro Alexandre Padilha no período de janeiro a julho de 2009 contra o mesmo período de 2010 não leva em conta o fato de que, nesses dois intervalos, o mesmo ocupava cargos diferentes. Em 2009, ele era Subchefe de Assuntos Federativos, logo tinha atribuições mais restritas que as atuais. Ao assumir, no fim de setembro de 2009, o posto de ministro-chefe da SRI, passou a acumular, além do relacionamento federativo, a responsabilidade pela relação com o Congresso Nacional e com os conselheiros do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDES). Além disso, o valor individual da diária paga a um subchefe é inferior ao pago a um ministro de Estado.
3. A comparação entre os valores de diárias recebidas pelo Subchefe de Assuntos Federativos, Olavo Noleto, no período de janeiro a julho de 2009 contra o mesmo período de 2010 não leva em conta o fato de que, nesses dois intervalos, o mesmo ocupava cargos diferentes. Em 2009, Olavo Noleto era Subchefe-adjunto de Assuntos Federativos, com demandas de representação menos frequentes que as atuais. Além disso, o valor individual da diária paga a um subchefe-adjunto (DAS 5) é inferior ao pago a um subchefe (Cargo de Natureza Especial).
4. Em relação aos valores de diárias recebidos pelo Assessor-chefe da SRI, Mozart Sales, a comparação é feita com períodos de tempo distintos - apenas três meses em 2009, contra sete meses em 2010. Além disso, o servidor foi nomeado como assessor-chefe (DAS 6) em janeiro de 2010, tendo, portanto, valor individual de diárias superior ao de chefe-de-gabinete (DAS 5), cargo que ocupou desde seu ingresso na secretaria, em outubro de 2009.
5. O quadro-resumo de datas apresentado na capa do jornal induz o leitor a uma interpretação equivocada, que deve ser retificada nos seguintes pontos, conforme previamente informado à reportagem:
a) A agenda oficial - reuniões do CDES e visitas às obras do PAC no Rio de Janeiro - ocorreu nos dias 22 e 23. A presença do ministro no Rio de Janeiro no dia 24 não gerou pagamento de diárias e nenhuma outra espécie de gasto público. O texto da matéria a que a chamada faz referência contradiz a informação da capa.
b) A agenda oficial do ministro não durou de 19 a 24, pois nos dias 21 e 22 ele estava em São Paulo, sua residência permanente, sem compromissos oficiais e, consequentemente, sem receber diárias.
c) O ministro não cumpriu agenda oficial em Recife no dia 27. Naquele dia, seu único compromisso institucional foi realizado em Salvador, de onde deslocou-se para Recife, conforme esclarece a própria reportagem, sem uso de recursos públicos.
6. A comparação entre o número de servidores da SRI no começo do governo Lula e o momento atual é improcedente, pois o ministério inexistia em 2003. A SRI só foi criada em 2005, a partir da junção do então Ministério da Coordenação Política com o ministério responsável pelo CDES.
Por fim, a SRI não admite qualquer tipo de cerceamento ao direito constitucional de livre manifestação política de qualquer servidor público, na sua condição de cidadão, sem prejuízo a sua missão institucional e cumprindo rigorosamente a legislação.
Reitera ainda que o exercício de sua missão institucional, de articulação com o Congresso Nacional e os entes federados e de promoção do diálogo social por meio do CDES, não será interrompido em função do calendário eleitoral.
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
CORINTHIANS PAULISTA DO MEU CORAÇÃO - CENTENÁRIO

Tentem sentir, nem que seja por um segundo,o que é ser CORINTHIANO...
O que é fazer parte de uma torcida fiel e fanática...
Que pode não ser a maior do mundo, mas que no campo de batalha as vozes se triplicam, causando o mais temido frio na espinha. E empurrando nosso TIMÃO para a vitória.
Isso é CORINTHIANS, isso é ser Fiel!
PARABÉNS, MEU AMOR, PELO CENTENÁRIO.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Família será o foco principal no governo de Dilma
Disposta a tentar conquistar os votos dos cristãos, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, divulgou documento intitulado "Carta aberta ao povo de Deus", no qual assume o compromisso de, se eleita, fazer da família o foco principal de seu governo.
Embora faça referência a temas polêmicos como aborto e união estável, a candidata transfere ao Congresso a responsabilidade de decidir, "com equilíbrio", sobre os temas, evitando se posicionar sobre eles.
"Cabe ao Congresso Nacional a função básica de encontrar o ponto de equilíbrio nas posições que envolvam valores éticos e fundamentais, muitas vezes contraditórios, como aborto, formação familiar, uniões estáveis e outros temas relevantes, tanto para as minorias como para toda sociedade brasileira", diz a candidata, em um dos trechos da carta, divulgada pelo comitê da candidata e postada nesta terça-feira pelo petista José Dirceu em seu blog.
A carta é uma reação ao polêmico artigo em que o bispo de Guarulhos (SP), dom Luiz Gonzada Bergonzini , defendeu o boicote à candidatura de Dilma, por considerar que ela defende o aborto.
Na carta, acompanhada de uma foto de Dilma sorridente, ela usa programas do governo Lula como prova de comprometimento com os menos favorecidos: "Os programas do governo Lula são uma forma de resgate dos valores da vida, da cidadania e da dignidade humana, valores universais que trazem em si a semente do evangelho".
A candidata destaca que "todas as igrejas, sem distinção, são importantes e necessárias" no projeto de apoio e resgate da família e que precisam da "mão amiga do Estado", que facilite o acesso às políticas públicas para continuarem o trabalho social que realizam.
Dilma se comprometeu a manter, se eleita, diálogo constante com as igrejas: "Quero construir esse diálogo com as instituições que têm sido os grandes amortecedores do sofrimento humano".
Embora faça referência a temas polêmicos como aborto e união estável, a candidata transfere ao Congresso a responsabilidade de decidir, "com equilíbrio", sobre os temas, evitando se posicionar sobre eles.
"Cabe ao Congresso Nacional a função básica de encontrar o ponto de equilíbrio nas posições que envolvam valores éticos e fundamentais, muitas vezes contraditórios, como aborto, formação familiar, uniões estáveis e outros temas relevantes, tanto para as minorias como para toda sociedade brasileira", diz a candidata, em um dos trechos da carta, divulgada pelo comitê da candidata e postada nesta terça-feira pelo petista José Dirceu em seu blog.
A carta é uma reação ao polêmico artigo em que o bispo de Guarulhos (SP), dom Luiz Gonzada Bergonzini , defendeu o boicote à candidatura de Dilma, por considerar que ela defende o aborto.
Na carta, acompanhada de uma foto de Dilma sorridente, ela usa programas do governo Lula como prova de comprometimento com os menos favorecidos: "Os programas do governo Lula são uma forma de resgate dos valores da vida, da cidadania e da dignidade humana, valores universais que trazem em si a semente do evangelho".
A candidata destaca que "todas as igrejas, sem distinção, são importantes e necessárias" no projeto de apoio e resgate da família e que precisam da "mão amiga do Estado", que facilite o acesso às políticas públicas para continuarem o trabalho social que realizam.
Dilma se comprometeu a manter, se eleita, diálogo constante com as igrejas: "Quero construir esse diálogo com as instituições que têm sido os grandes amortecedores do sofrimento humano".
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Ativista é encontrada morta após denunciar existência de vala comum na Colômbia
A dirigente Norma Irene Pérez, ativista de direitos humanos da cidade colombiana La Macarena, integrante do grupo que denunciou a presença da maior vala comum da América Latina em julho passado, foi assassinada a tiros, denunciou ontem (23/8) o deputado Iván Cepeda.
Em entrevista à ANSA, Cepeda disse que em 7 de agosto Pérez desapareceu e seis dias depois seu corpo foi encontrado baleado.
O congressista, do Polo Democrático Alternativo (PDA, de esquerda), lembrou que a mulher assassinada participou da audiência pública convocada sob o título "A crise humanitária e as planícies orientais", onde foi denunciada a existência de uma vala comum com dois mil cadáveres em La Macarena, sul do país. O local seria pertencente ao Exército.
A denúncia foi levada ao Congresso pela senadora do Partido Liberal (PL) Piedad Córdoba há um mês, e endossada também pela senadora Gloria Inês Ramírez, também do PDA.
Frente à acusação, o governo colombiano, então a cargo de Álvaro Uribe (2002-2010), disse que o lugar era um cemitério legal, reconhecendo a existência de 449 corpos de pessoas mortas em combate nos últimos oito anos.
"Não sabemos a origem desta situação, mas havia advertido sobre os riscos para aquelas pessoas que denunciaram a questão de La Macarena", afirmou o deputado à ANSA, negando estar sendo ameaçado em decorrência do caso.
Segundo ele, haverá ainda outro debate no Parlamento sobre o local denunciado. Foram citados para acompanhar a sessão os ministros da Defesa, Rodrigo Rivera, e do Interior e Justiça, Germán Vargas Lleras, que concorreu às últimas eleições presidenciais pelo Partido Mudança Radical. Além deles, estarão presentes procuradores e promotores do país.
As autoridades, agora sob o governo de Juan Manuel Santos - que fora ministro da Defesa de Uribe -, ainda não se pronunciaram sobre tal execução.
Em entrevista à ANSA, Cepeda disse que em 7 de agosto Pérez desapareceu e seis dias depois seu corpo foi encontrado baleado.
O congressista, do Polo Democrático Alternativo (PDA, de esquerda), lembrou que a mulher assassinada participou da audiência pública convocada sob o título "A crise humanitária e as planícies orientais", onde foi denunciada a existência de uma vala comum com dois mil cadáveres em La Macarena, sul do país. O local seria pertencente ao Exército.
A denúncia foi levada ao Congresso pela senadora do Partido Liberal (PL) Piedad Córdoba há um mês, e endossada também pela senadora Gloria Inês Ramírez, também do PDA.
Frente à acusação, o governo colombiano, então a cargo de Álvaro Uribe (2002-2010), disse que o lugar era um cemitério legal, reconhecendo a existência de 449 corpos de pessoas mortas em combate nos últimos oito anos.
"Não sabemos a origem desta situação, mas havia advertido sobre os riscos para aquelas pessoas que denunciaram a questão de La Macarena", afirmou o deputado à ANSA, negando estar sendo ameaçado em decorrência do caso.
Segundo ele, haverá ainda outro debate no Parlamento sobre o local denunciado. Foram citados para acompanhar a sessão os ministros da Defesa, Rodrigo Rivera, e do Interior e Justiça, Germán Vargas Lleras, que concorreu às últimas eleições presidenciais pelo Partido Mudança Radical. Além deles, estarão presentes procuradores e promotores do país.
As autoridades, agora sob o governo de Juan Manuel Santos - que fora ministro da Defesa de Uribe -, ainda não se pronunciaram sobre tal execução.
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