Recém-chegada do Carnaval no Rio de Janeiro e, mais especificamente, na Sacupaí, venho cheia de vontade de falar sobre esse Brasil tão belo, tão diferente, com tanta gente igual e tanta diversidade...
Mas hoje não vou falar exclusivamente sobre as pessoas, que com certeza fazem o nosso país ser tão rico e tão querido. Vou falar também sobre a emoção de ser brasileira e poder ver, sentir e experimentar esses tantos Brasis que existem num só Brasil.
Fiquei realmente impressionada com tanta grandeza ao ver o desfile das escolas de samba naquela avenida. É uma coisa magnífica, fantástica... Ver aquele povo com caras e corpos marcados pelas dificuldades, mas, com aquele sorriso no rosto é de chorar... É de chorar escutar o som da bateria e aqueles fogos estourando, dizendo ao povo da Sapucaí que aquela comunidade que lutou para que aquele espetáculo acontecesse vai passar naquele cenário de sonhos e esperanças!
Durante as passagens das escolas tive uma mistura muito grande de sentimentos. Eu chorava, sorria, cantava, ficava brava, questionava, virava até jurada do desfile... Fiquei eufórica com tanta coisa pra falar, tantos rostos pra olhar, tantas histórias a serem contadas, por aqui ou pela vida...
Lembro-me o quanto aquelas pessoas ralam, ensaiam e se sacrificam para estarem naquele lugar. E por lá se via gente caindo dos carros alegóricos, crianças esperando mais de 04 horas para o inicio do desfile (mesmo depois te ter passado até 02 horas num ônibus para chegar até ali), meninas e meninos ainda muito jovens andando descalços, senhoras e senhores aos prantos de emoção por terem oportunidade de estarem mais um ano representando a velha guarda da sua escola de coração e tantos outros acontecimentos marcantes. Todos aquelas pessoas estavam com sorriso no rosto (mesmo os que choravam).
Isso tudo me fez viajar na história do nosso Brasil. Eu pensava naquele momento de puro samba no pé, mas, me lembrava do quão grandiosa são as festas "populares" em outros cantos do País. Me lembrei dos blocos de rua no Rio de Janeiro (que são um espetáculo a parte), me lembrei do carnaval de São Paulo (onde desfila minha escola de samba do coração GAVIÕES DA FIEL), lembrei também dos frevos, maracatus, cocos, lembrei ainda do carnaval de salvador e de tantos outros momentos maravilhosos que, nós brasileiros, podem usufruir nesse Brasil nos seus mais variados Brasis. Isso tudo me arrepiava e me deixar extasiada por estar naquele lugar tão majestoso e brilhante, onde, só naquele momento, sonhar era realmente possível. Pois, naquele momento todos éramos um só, apesar de várias pessoas torcerem por agremiações diferentes. Naquele momento éramos brasileiros misturados a americanos, argentinos, japoneses, alemães e tantos outros de nacionalidades diversas. Naquele momento éramos verdadeiramente felizes, sem pensar no outro dia... Que sensação boa essa de ser feliz, completamente feliz, mesmo que por algumas horas!
No desfile da Mangueira senti grande emoção, pois, o tema do samba enredo da escola falava sobre o Brasil e o Povo Brasileiro, na visão de Darcy Ribeiro. A cada carro que passava eu me emocionava mais e mais, além da beleza que eles traziam eu refletia sobre a história desse nosso povo aguerrido e lutador. Num certo momento pensei: a história do povo brasileiro está representada aqui, nesses milhões de rostos mulatos, brancos, mestiços, cafusos e índios (por quê não?). Foram momentos de reflexão e êxtase total.
Uma outra coisa me chamou atenção ( isso já aconteceu no camarote da Acadêmicos do Grande Rio, onde estávamos assistindo aos desfiles) foi que, conhecemos um casal muito animado (confesso não lembrar do nome deles, afinal, vou uma noite de emoções e de etilismo). Ela, uma brasileira que foi estudar e trabalhar fora do Brasil e ele, um antropólogo alemão que estava no Brasil pela primeira vez e, obviamente, no desfile. Ela pulava, sambava e dançava como ninguém naquele lugar e ele olhava pra ela, olhava nos olhos das pessoas e se arrepiava, não acreditando naquilo que estava vendo. Em um determinado momento ele tirou da mochila que carregava uma garrafa pet de chá mate cheia de Whisky e bebeu um grande gole e disse com um sotaque meio embolado e atrapalhado "aqui a gente tem que beber muito pra não chorar toda hora". Nesse momento eu enchi meus olhos de lágrimas e dei mais valor ainda aquele momento. Nesse mesmo instante sua companheira brasileira, me abraçando, disse: "você não imagina o que é morar 15 anos num país de pessoas frias, que parecem não se preocupar com o que acontece no mundo e, muito menos com os próximos a eles". E eu disse a ela: Eu tenho orgulho e verdadeira paixão pelo nosso Brasil e seus Brasis!!! Terminamos a noite de dia, se é que me entendem. E foi uma das experiências mais marcantes e apaixonantes da minha vida!!!
E salve o Brasil e o Povo Brasileiro!!!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Prioridades!!!
Muitas vezes damos prioridade a tantas coisas que não acrescentam nada as nossas vidas. Ou às vezes até acrescentam uma coisinha a mais, mas, é tão pouco que o valor quase não se nota!
Damos prioridade a longas conversas ao telefone...
Damos prioridade a brigas fúteis, prolongadas desnecessariamente...
Damos prioridade a horas na internet, fuçando a vida alheia...
Damos prioridade a vida da gente, sendo bem egoístas e egocêntricos...
Damos prioridade a comer mais do que precisamos...
Nesse tempo quase que perdido, deixamos de olhar pra vida de um jeito mais bonito e colorido!
Deixamos de assistir a filmes interessantes...
Deixamos de conversar com nossos filhos e saber mais sobre suas histórias...
Deixamos de ligar pra mais pessoas que gostamos, por estarmos em longas conversas so telefone...
Deixamos de pensar um mundo melhor, por só estarmos preocupados com a nossa vida...
Deixamos de cuidar da nossa saúde e bem estar por se preocupar em cuidar da vida alheia...
Enfim, deixamos uma vida simples e melhor, por estarmos sempre preocupados em dar prioridade a coisas que nem são tão prioritárias assim...
Damos prioridade a longas conversas ao telefone...
Damos prioridade a brigas fúteis, prolongadas desnecessariamente...
Damos prioridade a horas na internet, fuçando a vida alheia...
Damos prioridade a vida da gente, sendo bem egoístas e egocêntricos...
Damos prioridade a comer mais do que precisamos...
Nesse tempo quase que perdido, deixamos de olhar pra vida de um jeito mais bonito e colorido!
Deixamos de assistir a filmes interessantes...
Deixamos de conversar com nossos filhos e saber mais sobre suas histórias...
Deixamos de ligar pra mais pessoas que gostamos, por estarmos em longas conversas so telefone...
Deixamos de pensar um mundo melhor, por só estarmos preocupados com a nossa vida...
Deixamos de cuidar da nossa saúde e bem estar por se preocupar em cuidar da vida alheia...
Enfim, deixamos uma vida simples e melhor, por estarmos sempre preocupados em dar prioridade a coisas que nem são tão prioritárias assim...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
CONVERSA DE CRIANÇA?!
Gente, essa vida é muito engraçada. Ser mãe (e pai) é um eterno apaixonar-se, aprender e se surpreender, cotidianamente, dioturnamente...
Esses dias aconteceu uma coisa muito engraçada aqui em casa e gostaria de compartilhar com vocês, que, ás vezes, visitam esse blog.
Estava eu, me arrumando pra visitar uma escola com meus filhos (Júlia e Luiz Fernando)e eis que chegam os dois no quarto onde eu estava. De repente um deles diz:
- Mamãe, você transou com o pai do Luiz Fernando de camisinha?
Eu, muiiiito constrangida e sem saber o que falar (por não estar esperando uma pergunta tão complexa dessa, afinal, a gente sempre acha que os nossos filhos não cresceram suficientemente pra questionar essas coisas) disse, sem exitar (por achar que tudo o que se é perguntado por uma criança deve ser respondido verdadeiramente e na hora):
- Sim, transamos sem camisinha!
Então a Júlia diz:
- Então ele tem AIDS? E vc, também tem?
Eu, bem assustada com esse assunto disse:
- Não meu amor, nós não temos AIDS, apesar de termos transado sem camisinha.
Tudo bem... Encerrou-se o assunto e os dois (Luiz Fernando e Júlia) sairam do quarto, pensativos, um atrás do outro...
Mas, eis que de repente, voltam os dois, assim como haviam saído - um atrás do outro e a Júlia retoma o assunto:
- Mas mamãe, você e o papai também transam sem camisinha?
Eu, mais uma vez constrangida e assustada com tantas perguntas, disse:
- Sim, nós transamos sem camisinha.
Imediatamente a Júlia disse:
- Tudo bem então!
Nessa hora o Luiz Fernando, que até então estava bem calado,só tentando entender como aquilo tudo funcionava, disse rapidamente, bem agitado:
- Te falei que eles transavam Júlia, eu te disse!!! Você não acreditou...
Nesse momento, houve um silêncio sepulcral e os dois se retiraram do quarto como d'antes (e como sempre, inclusive) um atrás do outro.
E eu, permaneci calada, muda e reflexiva...
Esses meninos nos surpreendem a cada momento!
Nesse caso, acho que pode ter sido influência de alguma propaganda de carnaval, quem sabe... Ou quem sabe eles estejam crescendo mesmo... Enfim, vivendo e aprendendo a viver!!!
domingo, 18 de janeiro de 2009
Pena!

Existem algumas pessoas que não merecem nem que tenhamos pena, pois, elas sacaneiam tanta gente, mentem tanto, forjam uma vida que não podem ter, dificultam a vida de outras, vivem tão mal e porcamente que, sinceramente, nem dignas de pena são. Mas, existem outras que está na cara que são "boa gente" e que são tão "bobinhas" que não conseguem ver maldade em ninguém, ou que as vezes, como diz um grande amigo meu "ainda acreditam nos seres humanos"... Essas sim, merecem que todos tenham pena, afinal, são umas coitadas que caem em contos de fadas muito bem elaborados, daqueles maldosos mesmo...
Ainda tenho mais pena de acompanhar, ao vivo, cotidianamente, o dia que essas pessoas se tocarem e perceberem que tudo não passava de mera enganação!
Continuemos a luta em prol da verdade e para que um dia as máscaram caiam...
E a foto representa uma luz no fim do túnel, ou melhor, da estrada, da caminhada, da vida!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Aos "barulhentos"
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque
e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, é de uma carroça vazia...
Perguntei-lhe, então:
- Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora - respondeu ele - é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,
tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa
dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo:
"Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz"
(desconheço a autoria)
e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, é de uma carroça vazia...
Perguntei-lhe, então:
- Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora - respondeu ele - é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,
tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa
dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo:
"Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz"
(desconheço a autoria)
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
?
Por trás de suas absolutas verdades existem grandes mentiras...
Um dia as máscaras caem, cuide-se!!!
Um dia as máscaras caem, cuide-se!!!
segunda-feira, 30 de junho de 2008
CONSPIRAÇÃO

Você conspirou!!!
A favor da minha paixão
e do meu amor.
Conspirou com o meu coração.
Não foi de lá nem de cá
Foi contra mim que você agiu.
Invertendo a solidão,
Trocando o sozinho pelo junto.
Me deixando torto
com a descoberta da sua armação.
E, por isso, eu digo, afirmo e declaro
Foi conspiração!
Ato de assalto aos meus sentimentos,
Surpresa de ação.
Atentado sórdido
Que me prendeu.
Assim desavisado
Ao teu lado.
Enrolado nos teus abraços
E coagido pelos teus beijos.
Constrangido
Aceitei a sentença
E as vezes até me declaro
Culpado!
Pra não dizer
Que também conspirei
Poesia que o Zé (meu grande amor), fez pra mim!!!
Zé, te amo como nunca havia imaginado amar alguém.
Sei que juntos somos mais fortes!!!
Obrigada por tanta dedicação...
domingo, 22 de junho de 2008
...
As vezes a felicidade me deixa triste...
As vezes a tristeza me deixa feliz...
As vezes a confusão me faz entender o sentido da vida!
As vezes a tristeza me deixa feliz...
As vezes a confusão me faz entender o sentido da vida!
domingo, 11 de maio de 2008
SER MÃE
Hoje me sinto muito mais mãe que ontem... E ao contrário do que alguns pensam por aí, não é pela quantidade e sim pela qualidade...
Os pequenininhos me ensinam coisas a toda hora, a todo minuto, a todo segundo. É por isso que não me conformo em perder nada na vidinha deles.
É muito engraçado, aprendi há pouco tempo que ser pai é um eterno apaixonar-se, mas, acredito que ser mãe também. (Eu sou vítima, em dose dupla disso. – se é que me entendem - )
O Luiz Fernando a cada dia mostra-se um menino mais “meu”, não no sentido de se posse, mas, no sentido de se parecer comigo e nem é físico (até porque ele é a cara do pai), e sim no sentido abstrato. Garotão sensível, chorão, amável, bem-humorado, atrapalhado e ansioso, o LF é amigo de todos. Menino de fala atropelada e apressada, cheio de mil gestos sempre, parece a versão “litte boy” de Débora Cruz. Muitas vezes com lágrimas nos olhos e sorriso nos lábios – tudo junto-, Luiz Fernando segue sua vida, sem querer estudar, ler ou escrever, o que ele quer da vida é ser feliz, afinal, parece não entender que ainda lhe restam bons e longos anos. Quer viver tudo agora, já, nesse momento, tudo ao mesmo tempo, de novo e outra vez...
A Júlia, criatura ímpar, cada dia me surpreende com suas colocações e questionamentos sobre o mundo. Ela pergunta tudo! Acho que isso lhe faz entender melhor o contexto que lhe cabe viver... Fala o que pode, na hora que pode e pra quem pode. Imita cada gesto meu, acha que os meus sapatos já cabem (tudo bem que calço sapatos de número 33, mas ela ainda não chegou lá), que meu cabelo tem a mesma cor do dela, que ser desastrada é uma questão que cabe a nós duas e diz até, que quando ficar maior quer que a bunda dela mexa para lá e para cá (ela acha bonitinho a minha bunda mexendo assim) enfim, coisas de Dona Júlia, figuraça! Emociona-me com palavras de carinho, apesar de parecer tão pouco preocupada com isso...
Esses filhotes me enchem de orgulho e me dão fôlego de vida a todo o momento.
Tenho muito a ensinar, mas tenho muito a aprender também. E acima de tudo tenho muito a agradecer pelo bem que eles fazem a minha vida...
Hoje, mais que ontem, acredito que os filhos nos ensinam a sermos pais e mães melhores, diariamente melhores.
Obrigada por estarem ao meu lado!!!
AMO VOCÊS!!!
Hoje me sinto muito mais mãe que ontem... E ao contrário do que alguns pensam por aí, não é pela quantidade e sim pela qualidade...
Os pequenininhos me ensinam coisas a toda hora, a todo minuto, a todo segundo. É por isso que não me conformo em perder nada na vidinha deles.
É muito engraçado, aprendi há pouco tempo que ser pai é um eterno apaixonar-se, mas, acredito que ser mãe também. (Eu sou vítima, em dose dupla disso. – se é que me entendem - )
O Luiz Fernando a cada dia mostra-se um menino mais “meu”, não no sentido de se posse, mas, no sentido de se parecer comigo e nem é físico (até porque ele é a cara do pai), e sim no sentido abstrato. Garotão sensível, chorão, amável, bem-humorado, atrapalhado e ansioso, o LF é amigo de todos. Menino de fala atropelada e apressada, cheio de mil gestos sempre, parece a versão “litte boy” de Débora Cruz. Muitas vezes com lágrimas nos olhos e sorriso nos lábios – tudo junto-, Luiz Fernando segue sua vida, sem querer estudar, ler ou escrever, o que ele quer da vida é ser feliz, afinal, parece não entender que ainda lhe restam bons e longos anos. Quer viver tudo agora, já, nesse momento, tudo ao mesmo tempo, de novo e outra vez...
A Júlia, criatura ímpar, cada dia me surpreende com suas colocações e questionamentos sobre o mundo. Ela pergunta tudo! Acho que isso lhe faz entender melhor o contexto que lhe cabe viver... Fala o que pode, na hora que pode e pra quem pode. Imita cada gesto meu, acha que os meus sapatos já cabem (tudo bem que calço sapatos de número 33, mas ela ainda não chegou lá), que meu cabelo tem a mesma cor do dela, que ser desastrada é uma questão que cabe a nós duas e diz até, que quando ficar maior quer que a bunda dela mexa para lá e para cá (ela acha bonitinho a minha bunda mexendo assim) enfim, coisas de Dona Júlia, figuraça! Emociona-me com palavras de carinho, apesar de parecer tão pouco preocupada com isso...
Esses filhotes me enchem de orgulho e me dão fôlego de vida a todo o momento.
Tenho muito a ensinar, mas tenho muito a aprender também. E acima de tudo tenho muito a agradecer pelo bem que eles fazem a minha vida...
Hoje, mais que ontem, acredito que os filhos nos ensinam a sermos pais e mães melhores, diariamente melhores.
Obrigada por estarem ao meu lado!!!
AMO VOCÊS!!!
sábado, 26 de abril de 2008
Chove chuva
Olá dona chuva,
Há quanto tempo não aparecia tão bravamente.
Saudades...
Você veio tão veloz e tão feroz que me deixou vários prejuízos.
Mas saibas que não guardo nenhum rancor, você me lavou a alma.
A alma estava há muito tempo esperando por uma chuvarada dessas...
Existia algo em mim que hoje não existe mais. Passou, assim, num passe de mágica, numa jato de chuva. Foi bom!
Sabe o que foi embora? Aquele sentimento de inferioridade, de culpa e o ódio no coração. Descobri, hoje, o que já devia ter descoberto há tempos...
Descobri que não tem mais jeito, foi perdido! Aquilo que achavam ser eterno, foi perdido... Por quê?
A resposta virá daqui uns anos...
E por isso, agradeço a chuva que me lavou o corpo, a alma e o coração.
Obrigada, mesmo, de verdade...
Há quanto tempo não aparecia tão bravamente.
Saudades...
Você veio tão veloz e tão feroz que me deixou vários prejuízos.
Mas saibas que não guardo nenhum rancor, você me lavou a alma.
A alma estava há muito tempo esperando por uma chuvarada dessas...
Existia algo em mim que hoje não existe mais. Passou, assim, num passe de mágica, numa jato de chuva. Foi bom!
Sabe o que foi embora? Aquele sentimento de inferioridade, de culpa e o ódio no coração. Descobri, hoje, o que já devia ter descoberto há tempos...
Descobri que não tem mais jeito, foi perdido! Aquilo que achavam ser eterno, foi perdido... Por quê?
A resposta virá daqui uns anos...
E por isso, agradeço a chuva que me lavou o corpo, a alma e o coração.
Obrigada, mesmo, de verdade...
Assinar:
Postagens (Atom)
Minha lista de blogs
-
-
-
Hello WorldHá 13 anos
-
-
Bolsa FlorHá 14 anos
-
-
-
A Character (still in the oven)Há 16 anos
-
-
-